O medo líquido na ficção portuguesa (J. Tordo, T. Veiga e L. Costa Gomes)

Title in English Liquid fear in Portuguese fiction (J. Tordo, T. Veiga e L. Costa Gomes)
Authors

ŠPÁNKOVÁ Silvie

Year of publication 2019
Type Appeared in Conference without Proceedings
MU Faculty or unit

Faculty of Arts

Citation
Description A sociedade líquido-moderna, conforme Zygmunt Bauman, vive permanentemente atormentada por várias ameaças nao tanto reais, como antes imaginadas e oportunamente manipuladas por vários setores de poder e opiniao pública. Propositadamente, Bauman fala da nossa sociedade como subjugada ao “síndroma de Titanic”, sensaçao de que o nosso universo é tal como o Titanic sempre ameaçado por vários icebergs, os quais podem assumir a forma de notícias de terrorismo, catástrofes naturais, colapsos económicos etc. Além disso, o medo líquido pode corresponder, também, a uma zona cinzenta, indistinta e tenebrosa, em que germinam ameaças sem qualquer causa visível, identificável e racional. Na presente comunicaçao, portanto, pretendo refletir brevemente sobre as imagens do medo líquido nos tres tipos de universo social, apresentados nas prosas de Joao Tordo (O Bom Inverno), Teresa Veiga (“Negra sombra que me assombras”) e Luísa Costa Gomes (“Frankenstein revisitado”).

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